The sound from the forgotten fields

TOCADO A VENTO


CD Tocado a Vento

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Review – Whiplash.Net

O nome Austhral já deixa clara a consideração de seus músicos pela cultura da região sul de nossa nação, consideração esta que fica ainda mais reforçada por honrarem a faceta folclórica de seu Black Metal com a música tradicional sulista, tão influenciada por ritmos europeus como a valsa, tango e flamenco, que foram digeridos por gerações de brasileiros até darem origem ao chote (schotish), chamamé (gaúcho), entre outros.

Estes ritmos intrigantes se fazem presentes em todas as faixas, seja de forma mais sutil ou em momentos realmente explícitos. E é aí, quando o tradicionalismo sulista aparece com força em meio à aspereza da música extrema que o Austhral realmente brilha, tanto que sua proposta musical é alcançada de forma plena em “September” (alusão a 20 de setembro de 1835, quando os farrapos tomaram Porto Alegre), com ritmos italianos e valsa; “Foresta Dell’Ombra” com tanta influência italiana, além de elementos hibéricos e árabes, típicos das misturas do sul, e também “The River’s Farm”, onde a valsa se faz presente.

Considerando que nomes como Finntroll, Thyrfing e tantos outros também tenham por influência ritmos das mais variadas regiões da Europa, o ouvinte desatento pode até assimilar o Austhral a alguns destes grupos… É algo compreensível e longe de ser um real problema, mas esta comparação seria superficial. “Tocado a Vento” é um bom debut, onde seus músicos têm espaço e possibilidades de sobra para trabalhar no futuro. E este é um desenvolvimento que merece ser acompanhado de perto pelos amantes do gênero.

English reviews

Tocado a Vento (2008)
Site H33T Quality

Their debut album is the second ever release on Face The Abyss Records. It’s immediately obvious that these guys are good at what they do, Tocado A Vento having a professional feel to it despite the band forming merely four years ago, with anything else but a single demo released in 2005 (Foresta Dell’Ombra).
Everything here, from the fast riffs to the technical drums, works together to give this the feel of something that a far more visible band in the scene could have produced – this isn’t a
million miles away from Rotting Christ or Finntroll, although it lacks some of the atmosphere that those two possess.

For some of the ears, after some listenings of the album, the songs might seem blending together, despite them working well individually. Opener Forgotten Fields twists and turns without losing the gripping speed and energy,
Foresta Dell’ombra has a
sea-shanty tone, whilst the Proggy piano solo in eight-minute finale The Horn’s First Sound hints at bigger and better things to come. The rating would be around 8/10; it’s not really your classic scandinavian folk, but you might be surprised by listening of this brazilian blackened folk done in progressive style!

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